Manifestação desta segunda (17) é a terceira ocorrida dentro de uma semana, no trecho próximo ao Hospital da Restauração. Via foi liberada.
Um protesto bloqueou trechos da Avenida Agamenon Magalhães, na área central do Recife, na manhã desta segunda-feira (17). De acordo com a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), o órgão recebeu chamado para o local às 8h15 e deu a ocorrência como finalizada por volta das 11h.
A manifestação começou no sentido Boa Viagem, nas proximidades do Hospital da Restauração (HR), e causou longo engarrafamento na área.
Por volta das 10h20, o grupo se movimentou para a Praça do Derby, liberando temporariamente a via no sentido Boa Viagem e interditando os cruzamentos com a Avenida Conde da Boa Vista e a Rua Benfica. No entanto, a manifestação voltou para o local de início, em frente ao HR, antes de ser encerrada.
Um grupo de pessoas com jalecos exibia faixas e cartazes. Batedores e orientadores seguiram para o local para auxiliar os motoristas que passam pelo trecho. A CTTU, no entanto, não informou o motivo da manifestação.
A reportagem da TV Globo também encontrou congestionamento no viaduto da Avenida Norte e na Avenida Agamenon Magalhães, na Zona Norte do Recife. Há, ainda, pontos travados na Avenida Cruz Cabugá.
Um outro protesto aconteceu na manhã desta segunda (17) no Centro do Recife. Um grupo de carroceiros fez uma manifestação pelas ruas da capital.
O protesto teve início na Avenida Abdias de Carvalho, seguiu pela Praça do Derby e Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcanti, onde cruzaram com o protesto dos enfermeiros. O grupo seguiu pela Avenida Conde da Boa Vista e pela Rua da Soledade até a Prefeitura do Recife
Outros protestos da saúde
Na
quarta (12) e na
segunda (10), outras duas manifestações, feitas por profissionais de saúde, interromperam o trânsito na via. Em pontos da Zona Norte do Recife, como as avenidas Rui Barbosa e Dezessete de Agosto, o trânsito foi afetado pela manifestação.
Nesses dias, o grupo protestou pelo pagamento de salários atrasados e pelo abastecimento de insumos para pacientes do Hospital da Restauração. Procurada pela reportagem nos dias das manifestações, a Secretaria Estadual de Saúde informou ter normalizado o pagamento dos funcionários e feito a reposição de materiais em falta no hospital.